Conte histórias!

Aprenda a fazer o seu próprio Marketing Digital . Muitos não podem pagar uma agência, nem o momento atual está propicio para isso.

Daí a importância de você mesmo, dono da sua imagem ou dono do seu negócio aprender a fazer o melhor trabalho, a melhor forma de promovê-lo

Estamos falando de Marketing de Conteúdo, que está muito longe de se postar fotos e vídeos bonitos.

Marketing de conteúdo tem muito a ver com a cultura, com a estória das civilizações, com a história de sua atividade profissional.

Traga Cultura para seu Marketing Digital

Se você é um profissional liberal, não importa a sua profissão, sempre haverá uma história bonita dessa atividade no passado. Como ela apareceu, como era feito antigamente, as diversas formas de se fazer a mesma coisa. Misture curiosidades de sua profissão com o seu dia a dia.

Claro que você precisa mostrar o seu trabalho. O que você faz e da melhor forma. Mas precisa também produzir conteúdo que atraia mais seguidores e valorize mais as suas paginas

Por exemplo: se você for um advogado, mostre como começou  a advocacia no mundo.

A advocacia é uma das mais antigas profissões existentes. …

Mas veja que, o grande berço da advocacia é Atenas, na Grécia, onde surgiram grandes oradores como Demóstenes, Péricles, Isócrates, Aristides, Temístocles, entre outros – considerados grandes advogados por sua persuasão e retórica.

O termo Advogado provém do latim, “ad vocatus”(ad = para junto, e vocatus = chamado), que significa aquele que foi chamado para socorrer outro perante a justiça, significa também patrono, defensor ou intercessor.

Na Roma antiga, já existia a representação judicial por meio dos advocati. Os litígios eram resolvidos na presença do Senado ou do imperador.

Já a história da medicina teve início há milhares de anos, com origem em rituais e magias que tinham como objetivo afastar as doenças. A arte de curar (significado por trás da palavra medicina) é, portanto, uma prática antiga, mas que está em constante evolução.

Um exemplo é o símbolo da medicina, o bastão de Esculápio, que é representado por uma serpente enrolada em um cajado.

Babilônios

Na Babilônia, os primeiros médicos eram sacerdotes. Eles tratavam principalmente transtornos mentais, que eram atribuídos à possessão por demônios e curados com rituais religiosos. A contribuição desses curadores para a medicina foi enorme, uma vez que eles descreveram em detalhes diversas doenças e descobriram muitos princípios médicos.

Egípcios
A medicina egípcia foi influenciada pelo misticismo do Oriente e pelo contato com a natureza trazido da África. O destaque da época (cerca de 2.850 anos a.C.) foi Imhotep, o primeiro médico conhecido pelo nome. Em um dos papiros médicos mais importantes, são descritos ferimentos e tratamentos cirúrgicos, abandonando um pouco a veia religiosa.

Hebreus
O povo de Israel acreditava que um único Deus era responsável pela saúde e pela doença. Assim, os médicos hebreus tinham como função principal supervisionar as regras de higiene social. O vasto conhecimento anatômico desse povo veio da dissecação de animais sacrificados.

Hindus
A medicina do extremo oriente era baseada na luta entre as forças de destruição (Shiva) e restauração (Vishnu). As práticas médicas não eram dissociadas dos rituais de encantamento, uma vez que os hindus também acreditavam na possessão demoníaca. Muitos efeitos da idade, doença e morte foram descobertos por esse povo.

A Anestesia
Relatos provenientes da Grécia Antiga indicam que Hipócrates utilizava a esponja soporífera embebida em substâncias sedativas e analgésicas extraídas de plantas e que o médico Dioscórides descobriu os efeitos anestésicos da mandrágora, um tubérculo muito parecido com a batata.

Já os chineses se valiam dos conhecimentos de acupuntura e os assírios comprimiam a carótida, para impedir que o sangue chegasse ao cérebro. Gelo ou neve para congelar a região a ser operada, embriagar o paciente, hipnose foram outros recursos usados para aliviar a dor no passado.

Quando de nada adiantavam, as cirurgias eram realizadas a frio, com os doentes imobilizados à força.


Enfim esses dois exemplos mostram como podemos trazer e misturar cultura em nosso marketing pessoal